Nova plataforma de IA para a saúde

A IQVIA Holdings Inc. (NYSE:IQV), fornecedora de serviços de investigação clínica, insights comerciais e inteligência em saúde, anunciou o lançamento da IQVIA.ai, uma plataforma unificada de IA com agentes, criada especificamente para ajudar as organizações de ciências da vida a transformar a forma como operam, tomam decisões e inovam em domínios clínicos, comerciais e no mundo real

A IQVIA.ai foi concebida para aprender continuamente com feedbacks operacionais complexos, operando em conformidade com as normas regulamentares, de privacidade e de qualidade da área da saúde.

A IQVIA iniciou a sua colaboração com a NVIDIA há mais de um ano para desenvolver a base de IA agêntica que sustenta o IQVIA.ai. Como parte deste compromisso, a IQVIA registou mais de 100 patentes relacionadas com a IA e implementou mais de 150 agentes inteligentes em equipas internas e ambientes de clientes. Até à data, 19 empresas farmacêuticas começaram a integrar os agentes da IQVIA nos seus fluxos de trabalho, a nível global, sublinhando a ampla confiança do setor nas capacidades de IA da IQVIA.

O IQVIA.ai permite que as organizações integrem inteligência diretamente nos fluxos de trabalho, simplifiquem operações complexas e desbloqueiem maior valor dos dados.

A IQVIA.ai funciona como um centro de comando digital que reúne automação orientada por IA, analítica avançada e apoio à decisão numa única experiência. Ao orquestrar tarefas e insights em diversas fontes de dados e funções, a plataforma ajuda as organizações a acelerar a investigação e a análise, a melhorar a eficiência operacional e a apoiar uma tomada de decisões mais confiante e atempada.

A IQVIA.ai combina a IA conversacional com um catálogo extensível de agentes inteligentes, prontos a usar e configuráveis, concebidos em torno de fluxos de trabalho reais das ciências da vida. Através desta plataforma única, os clientes podem aceder, implementar e escalar com segurança as ferramentas, agentes, insights e fluxos de trabalho de IA da IQVIA, unificando a inteligência e a execução sob uma arquitetura liderada pela IQVIA.

O lançamento inicial do IQVIA.ai, informou a empresa, irá focar-se em casos de utilização de alto valor em contextos clínicos, comerciais e do mundo real, estando previstos agentes e recursos adicionais para o quarto trimestre.

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Setor da saúde emprega mais de meio milhão de trabalhadores

No âmbito do Dia Mundial da Saúde, a Randstad Research apresenta uma nova radiografia ao mercado de trabalho no setor da saúde, com base nos dados mais recentes do INE, Eurostat e IEFP. O estudo confirma a trajetória de crescimento sustentado deste setor, que não só reforça o seu peso na economia nacional, como evidencia sinais de aceleração após um período de abrandamento

Em 2025, o setor da saúde humana e apoio social empregava 543,4 mil pessoas no 4º trimestre, o equivalente a 10,1 % do emprego total em Portugal, consolidando-se como um dos principais motores do mercado de trabalho nacional. Este valor representa um aumento significativo face a 2019, ano em que o setor empregava cerca de 472,6 mil pessoas, traduzindo a criação de mais de 70 mil postos de trabalho em seis anos.

Depois de uma ligeira contração em 2024 (-1,2 %), o setor registou uma recuperação expressiva ao longo de 2025, com um crescimento anual de 7,3 %, que se intensificou progressivamente ao longo do ano. No último trimestre, a variação homóloga atingiu 10,7%, sinalizando uma aceleração do emprego e uma procura crescente por profissionais de saúde e apoio social.

A análise por segmentos mostra que a área de saúde humana continua a ser o principal motor do emprego, concentrando 65,3 % do total de trabalhadores, nomeadamente em hospitais, clínicas e consultórios. As atividades de apoio social com alojamento representam 23,1 %, com especial relevância para estruturas de apoio a idosos e pessoas com deficiência, enquanto o apoio social sem alojamento representa 11,6 % do emprego do setor. Em 2025, o crescimento foi particularmente expressivo nas atividades de saúde humana e no apoio com alojamento, ao passo que o segmento sem alojamento registou uma contração no final do ano, evidenciando dinâmicas diferenciadas dentro do setor.

A estrutura do emprego confirma tendências já identificadas nos últimos anos. A saúde continua a ser o setor mais feminizado da economia portuguesa, com cerca de 81 % dos profissionais a serem mulheres, em contraste com a distribuição equilibrada observada no total da economia. Ao mesmo tempo, trata-se de um setor altamente especializado, com 42,7 % dos trabalhadores a desempenharem funções qualificadas, como médicos, enfermeiros e outros técnicos de saúde. Ainda assim, o funcionamento do setor depende de uma base alargada de trabalhadores de cuidados pessoais e funções de apoio, que representam mais de um quarto do emprego total.

No que diz respeito ao tipo de vínculo, o setor continua a ser maioritariamente composto por trabalhadores por conta de outrem, que representam cerca de 87 % do total. Dentro deste universo, o setor privado assume um papel dominante, sendo responsável por 63,4 % do emprego, enquanto o setor público representa 36,6 %, evidenciando a crescente relevância das entidades privadas na prestação de cuidados de saúde em Portugal. Paralelamente, o número de trabalhadores independentes mantém uma tendência de crescimento, tendo atingido cerca de 38,3 mil profissionais, refletindo uma maior procura por modelos de trabalho flexíveis.

Também ao nível da estrutura empresarial, o setor continua em expansão. Em 2023, existiam 118.558 empresas na área da saúde, um aumento de 2,2 % face ao ano anterior e de mais de 45% na última década. A esmagadora maioria destas entidades (94,6 %) está concentrada nas atividades de saúde humana, embora o crescimento mais dinâmico se observe nas atividades de apoio social, impulsionado por estruturas de menor dimensão e serviços de proximidade.

A evolução das remunerações acompanha esta dinâmica de crescimento. Em dezembro de 2025, a remuneração média mensal no setor atingiu 2.033 euros brutos, um valor 8,3% superior à média nacional. Nos últimos dez anos, os salários registaram um aumento de cerca de 70 %, refletindo não só a valorização das funções técnicas e clínicas, mas também a pressão crescente para atrair e reter profissionais num contexto de escassez de talento.

Essa escassez é visível nos níveis de desemprego, que se mantêm reduzidos. Em fevereiro de 2026, estavam registados 18.470 desempregados no setor da saúde, o equivalente a 6,1 % do desemprego total em Portugal. O desemprego encontra-se sobretudo concentrado em funções menos qualificadas, como os trabalhadores de cuidados pessoais, enquanto os profissionais de saúde com maior qualificação apresentam níveis residuais de desemprego, evidenciando uma forte procura por estas competências.

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Sessão Técnica – Metrologia em Engenharia

O Conselho da Especialização em Metrologia da Ordem dos Engenheiros promove, no próximo dia 14 de abril, uma sessão técnica subordinada ao tema “Metrologia em Engenharia”, a realizar no Auditório da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

Esta sessão tem como objetivo proporcionar uma visão abrangente sobre a importância e as aplicações da metrologia nos diversos domínios da engenharia, reforçando a proximidade da Ordem com os seus membros. Dirigida a todas e a todos os engenheiros, a iniciativa pretende igualmente promover um espaço de partilha de conhecimento, esclarecimento e reflexão, em alinhamento com o enquadramento europeu e internacional das Boas Práticas Metrológicas.

O evento contará com a participação de representantes dos meios académico, empresarial e do setor público, promovendo um diálogo aberto em torno do tema da Metrologia em Engenharia.

Para mais informações, poderá consultar o programa: https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/metrologia-em-engenharia/

As inscrições serão gratuitas, porém obrigatórias.

Inscreva-se aqui: https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/inscricao/evento-4226/ 

SPMS conclui consolidação de sistemas de informação em Gaia/Espinho

A SPMS e a Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho (ULSGE) concluíram a consolidação dos sistemas de informação dos cuidados de saúde primários, passando os profissionais agora a dispor de uma base de dados única para os dois agrupamentos de centros de saúde (ACeS) da área de abrangência da ULSGE

A consolidação visa melhorar a visão integrada do percurso clínico do utente, independentemente da unidade de cuidados de saúde primários onde seja atendido. Para os profissionais de saúde, a existência de uma base de dados única proporciona acesso centralizado e consistente à informação clínica, melhoria da articulação entre equipas e unidades, simplificação de processos e redução de tarefas administrativas redundantes e maior fiabilidade e qualidade dos dados registados.

A implementação envolveu migração e harmonização de dados, bem como ajustes aplicacionais.

A iniciativa será alargada a outras ULS, segundo a SPMS.

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Criado Observatório da Publicidade em Saúde

Perante o crescimento do fenómeno da publicidade em saúde, sobretudo nos meios digitais e o aumento das denúncias por más práticas, a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) tomou a decisão de criar o Observatório da Publicidade em Saúde (OPS)

Trata-se de “uma estrutura dedicada à monitorização, análise e compreensão das práticas publicitárias em saúde, fomentando uma intervenção regulatória mais informada, mais estratégica e mais eficaz”, informa a ERS no seu website, que não substitui, antes complementa, o modelo sancionatório em vigor.

O OPS assenta em cinco pilares: prevenção, proteção dos consumidores, promoção de boas práticas, educação e literacia e cooperação institucional. Esses pilares materializam-se em cinco objetivos: monitorizar e analisar a publicidade em saúde, identificando tendências, áreas críticas e riscos; reforçar a conformidade das práticas publicitárias com o enquadramento legal e regulatório; promover a transparência e a qualidade da informação em saúde disponibilizada aos cidadãos; desenvolver e aplicar conhecimentos técnicos sobre a temática; e contribuir para uma abordagem mais preventiva e eficaz da regulação.

Mais informação na página do OPS.

 

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Almada-Seixal disponibiliza consulta genética

A ULS Almada-Seixal (ULSAS) conta com uma nova consulta de genética. A consulta multidisciplinar de genética médica na ULSAS está, atualmente, disponível nas áreas de pré-natal, pediátrica e de adultos, com destaque para o apoio dado ao Centro de Desenvolvimento da Criança e ao Serviço de Oncologia, avaliando, diagnosticando e aconselhando utentes com suspeita ou confirmação de doenças hereditárias, malformações ou atrasos no desenvolvimento

A disponibilização da consulta de genética permite organizar a investigação genética dentro da ULSAS e ter um mais rápido esclarecimento sobre o resultado dos testes genéticos, já que a geneticista analisa o histórico familiar, solicita estudos moleculares (DNA) e define o risco de transmissão (aconselhamento genético), planeando a vigilância médica, esclarece a unidade de saúde em comunicado.

A geneticista Patrícia Dias chegou à ULSAS em dezembro de 2025, depois de um percurso de quase 20 anos no Hospital de Santa Maria, e desde então tem vindo a estruturar o novo Serviço de Genética Médica.

A ULSAS espera, em breve, poder reforçar a equipa do Serviço de Genética Médica e alargar as consultas disponíveis, aumentando a capacidade de resposta.

“Além de permitir o diagnóstico de patologias do foro genético, a ULSAS fica mais apta a fazer estudo e aconselhamento genético, o que é, sem dúvida, uma mais-valia para a comunidade que servimos.”, afirma Pedro Correia Azevedo, Presidente do Conselho de Administração da ULSAS.

IPAFASIA pede respostas mais estruturadas no pós-AVC

A descontinuidade de cuidados após a alta hospitalar está a comprometer a recuperação de pessoas que desenvolvem afasia na sequência de um acidente vascular cerebral (AVC). O alerta é do IPAFASIA – Instituto Português da Afasia, que defende a necessidade urgente de reforçar respostas estruturadas no pós-AVC e integrar a teleterapia como complemento regular de acompanhamento

No mês em que se assinala o Dia Nacional do Doente com AVC, a 31 de março, o IPAFASIA defende que a recuperação não pode ser entendida apenas como estabilização clínica. A afasia pode persistir para além dos primeiros meses e assumir carácter crónico, exigindo intervenção prolongada, apoio psicossocial e envolvimento das famílias.

Em Portugal, estima-se que cerca de 40 mil pessoas vivam com afasia, condição que afeta a capacidade de comunicar, falar, compreender, ler ou escrever, frequentemente na sequência de um acidente vascular cerebral. Ainda assim, a resposta estruturada após a alta hospitalar permanece insuficiente, alerta o instituto em comunicado.

Para a IPAFASIA, “a recuperação não pode ser entendida apenas como estabilização clínica. A afasia pode persistir para além dos seis meses e assumir carácter crónico, exigindo acompanhamento prolongado, apoio psicossocial e capacitação das famílias”. É neste contexto que a teleterapia surge como complemento estratégico. A intervenção especializada à distância permite garantir continuidade de cuidados, sobretudo em zonas com menor oferta presencial ou em situações de mobilidade reduzida. Ao assegurar acompanhamento regular após a alta, a teleterapia pode reduzir assimetrias territoriais, evitar ruturas no processo de reabilitação e ampliar a capacidade de resposta do sistema de saúde.

“A teleterapia representa hoje uma oportunidade concreta para melhorar o acesso à reabilitação da afasia em Portugal. Num contexto em que persistem desigualdades territoriais no acesso a terapeutas da fala e em que muitas pessoas vivem longe de centros especializados, a intervenção à distância pode permitir levar apoio especializado a quem, de outra forma, ficaria sem acompanhamento regular. A experiência do IPAFASIA ao longo dos últimos anos demonstra que a teleterapia pode assegurar continuidade terapêutica, promover prática intensiva e envolver as famílias no processo de reabilitação, mantendo a qualidade clínica quando realizada por profissionais qualificados. Uma abordagem que encontra também suporte nas recomendações internacionais da American Speech-Language-Hearing Association (ASHA)” explica a associação.

Um estudo desenvolvido pelo IPAFASIA, em parceria com o Hospital Pedro Hispano, evidencia que a fase aguda do AVC é globalmente bem avaliada, mas identifica o momento da alta hospitalar como um ponto crítico no percurso de recuperação.

Foram sinalizadas lacunas no planeamento da continuidade terapêutica e ausência de recomendações estruturadas de reabilitação especializada em vários casos. Após o regresso a casa, muitas pessoas deixam de ter acompanhamento regular em terapia da fala e não dispõem de apoio psicológico, mesmo quando enfrentam impacto emocional significativo.
O estudo identifica ainda descontinuidade terapêutica, acesso desigual aos cuidados, forte dependência do apoio informal das famílias e falta de informação clara, acessível e adaptada sobre a afasia, o processo de recuperação e as estratégias de comunicação.

Persistem igualmente barreiras estruturais, comunicacionais e sociais, incluindo estigma e desconhecimento generalizado sobre a afasia, que limitam a inclusão destas pessoas na comunidade.

Meses depois do AVC, muitas pessoas continuam a enfrentar limitações comunicativas com impacto direto na autonomia, na participação social e na qualidade de vida, confirmando que a recuperação não termina na alta hospitalar.

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ULS Braga inicia instalação da primeira ressonância magnética ao abrigo do PR

A Unidade Local de Saúde de Braga procedeu à instalação da primeira de duas novas ressonâncias magnéticas adquiridas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)

O novo equipamento permitirá, de acordo com a unidade, obter imagens de maior resolução e qualidade diagnóstica, traduzindo-se numa avaliação clínica mais rápida, rigorosa e precisa. A melhoria das capacidades de imagiologia beneficiará diretamente os utentes, contribuindo para diagnósticos mais céleres e para uma maior eficácia no planeamento terapêutico.

“A aquisição destes equipamentos representa um contributo determinante para a modernização tecnológica do Hospital de Braga e para o reforço da nossa capacidade de resposta às necessidades dos utentes. Estamos confiantes de que este investimento terá um impacto positivo e mensurável na qualidade e na eficácia dos cuidados que prestamos à população que servimos”, afirma Américo Afonso, Presidente do Conselho de Administração da ULS Braga, citado em comunicado.

A instalação desta ressonância magnética enquadra-se num projeto de modernização tecnológica que abrange 29 unidades hospitalares a nível nacional. No âmbito deste programa, a ULS Braga receberá, no total, dois angiógrafos, duas ressonâncias magnéticas, um tomógrafo computorizado (TAC) e um robô cirúrgico, este último já em funcionamento desde o início do ano. O conjunto destes equipamentos representa um investimento superior a 9 milhões de euros.

Exportações em Saúde ultrapassam cinco milhões em 2025

As exportações em Saúde alcançaram um marco histórico em 2025, ultrapassando a meta dos 5 mil milhões de euros, um aumento de 37,9 % em relação ao ano de 2024

Os dados foram compilados pela AICEP a partir de informação do INE. os Preparados Farmacêuticos representam (85,2 %) do total, os Instrumentos Médicos (10,5 %), os Produtos Farmacêuticos de Base (3,8 %), e os Equipamentos (0,5 %).

A Alemanha foi o principal mercado de exportação para Portugal, seguido pelos Estados Unidos, Espanha, França, Bélgica, Países Baixos, Itália, Angola, Dinamarca, e a encerrar o Top 10, o Reino Unido.

Em comunicado, a AICEP faz, contudo, notar que a balança comercial de bens nesta fileira é habitualmente desfavorável, tendo apresentado em 2025 um saldo negativo de -3.345 mil milhões de euros, em resultado de um aumento das importações para os 8.998 mil milhões de euros, com o coeficiente de cobertura das exportações a cifrar-se nos (62,8 %).

 

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Colóquio sobre Segurança e Higiene Ocupacionais no final de março

A Sociedade Portuguesa de Segurança e Higiene Ocupacionais (SPOSHO), em parceria com as Universidades do Minho, Porto e Lisboa, realizará o Colóquio Internacional SHO 2026 nos dias 30 e 31 de março de 2026. Realizado anualmente desde 2004, este evento reúne especialistas, investigadores e profissionais para debater desafios e avanços na Segurança, Saúde e Higiene Ocupacionais

 

O SHO 2026 contará com o apoio de diversas empresas e entidades, além do patrocínio científico de instituições e sociedades científicas de referência. A Segurança e Saúde Ocupacionais (SSO) são fundamentais para o desenvolvimento económico, reduzindo custos com acidentes e doenças profissionais, aumentando a produtividade e promovendo ambientes de trabalho mais seguros e sustentáveis.

Este colóquio será um espaço de partilha de conhecimento, reunindo oradores nacionais e internacionais de renome. Os temas em destaque incluem Gestão da SSO, Risco Ocupacional e Acidentes, Ergonomia, Fatores Psicossociais, Segurança Rodoviária, Emergência e o impacto das Novas Tecnologias na SSO.

Destacam-se também duas mesas-redondas sobre temas relacionados com a tecnologia. No dia 30, o tema será a Inteligência Artificial e o Trabalho do Futuro, propondo-se a análise do contributo destas soluções para o reforço da segurança e saúde ocupacionais. A IA pode apoiar a formação, mas também ajudar a identificar padrões de risco no terreno. No dia 31, será a vez de abordar a realidade virtual e a realidade aumentada, e as suas aplicações também em ambientes de formação e no terreno, respetivamente.

Para mais informações, aceda ao site do evento.

 

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