Programa de Estabilidade prevê 250 milhões para novos hospitais

O Governo prevê investir 250 milhões de euros em novos hospitais até final do próximo ano e 68 milhões em obras em infraestruturas já existentes, segundo o Programa de Estabilidade (PE) para 2021/2025.

De acordo com os dados relativos aos investimentos estruturantes em infraestruturas (em execução ou contratação), o PE prevê um investimento em novos hospitais de 69 milhões de euros este ano e 181 milhões de euros no próximo.

No Orçamento do Estado para 2021 estava contemplada uma despesa de 104,3 milhões de euros para a construção de novos hospitais a serem lançados até 2023.

Segundo o PE, entre estas novas unidades estão o Hospital Lisboa Oriental – Parceria Público-Privada (PPP), para o qual estão previstos este ano dez milhões de euros e 73 milhões de euros em 2022.

As verbas contempladas no PE para esta nova unidade incluem o investimento na infraestrutura e equipamento (exclui a execução financeira da PPP). O custo total do projeto é de 470 milhões de euros.

O júri do concurso, da responsabilidade da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), apenas em setembro de 2020 optou pela pré-qualificação de dois concorrentes: a Sacyr Somague e o consórcio Mota-Engil.

Outras das novas unidades a lançar será o Hospital de Proximidade de Sintra, para o qual o PE inscreve uma previsão de 12 milhões de euros (inclui equipamento hospitalar), mas apenas em 2022. O custo total da obra é de 75 milhões de euros.

Este mês, a autarquia anunciou que a adjudicação e o início da construção estavam previstas para o mês de julho. A Câmara de Sintra paga a construção, enquanto o Estado assume a aquisição e instalação de equipamentos, orçamentadas em 22 milhões de euros.

O Hospital de Proximidade do Seixal é outra das novas unidades inscritas no PE, com um investimento público previsto de 28 milhões de euros este ano e um milhão em 2022, verbas que incluem equipamento hospitalar. O custo total do projeto é de 55 milhões de euros.

O processo de criação deste hospital remonta a 2009, quando o Estado assinou um acordo com a Câmara Municipal do Seixal, chegando a ser lançado um concurso público em janeiro de 2010, mas o processo acabou por não ter desenvolvimentos nessa altura.

Hospital Central do Alentejo é outra das novas unidades, na qual o Governo prevê investir 13 milhões de euros este ano e 44 milhões de euros em 2022 (inclui equipamento hospitalar). No total, o custo deste projeto está estimado em 215 milhões de euros.

Hospital da Madeira é uma das cinco novas unidades hospitalares previstas. O total do custo do projeto é de 311 milhões de euros, sendo que o Governo prevê investir este ano 18 milhões de euros e no próximo 51 milhões de euros (inclui equipamento hospitalar).

Para obras em infraestruturas de saúde já existentes estão previstos um total de 68 milhões de euros até final de 2022.

O maior investimento este ano vai para o Hospital Pediátrico de S. João, com 24 milhões de euros. O custo total é de 28 milhões de euros, mas o restante já foi investido em anos anteriores.

Na UCCI – Rainha D. Leonor o Governo prevê este ano um investimento de 100 mil euros e para a intervenção no IPO de Coimbra estão previstos 11 milhões de euros este ano e 15 milhões de euros em 2022.

No Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia-Espinho está previsto um investimento de 200 mil euros e no Centro Hospitalar de Setúbal 11 milhões de euros este ano e seis milhões de euros em 2022.

Autorizada concessão dos serviços de imagiologia na ULSAM por 8,4 ME

A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) foi autorizada pelo Governo a assumir um encargo de mais de 8,4 milhões de euros, durante quatro anos, ao abrigo do contrato para concessão dos serviços de imagiologia.

De acordo com a portaria publicada em Diário da República, assinada pelos secretários de Estado do Orçamento e da Saúde, a ULSAM “necessita de proceder à celebração do contrato para concessão de exploração e prestação de serviços de imagiologia, celebrando para o efeito o respetivo contrato válido por 12 meses, renovável por iguais períodos, até ao limite de duas renovações, se não houver denúncia do mesmo”.

O diploma autoriza “a assunção de compromissos plurianuais”, num montante global até 8.488 238,83 euros, a que acresce IVA à taxa legal em vigor, referente ao contrato para “concessão de exploração e prestação de serviços de imagiologia”.

documento refere ainda que os encargos “resultantes do contrato não excederão, em 2021, os 2.122.059,71 euros, em 2022, os 2.829.412,94 euros, em 2023, os 2.829 412,94 euros, e em 2024 os 707.353,24 euros”.

Seminário de Arquitetura Hospitalar

Data Science: oportunidades e desafios em ambiente hospitalar

A Escola Nacional de Saúde Pública promove, no dia 14 de abril de 2021, a partir das 14h30, o Seminário de Arquitetura Hospitalar ,  subordinado ao tema Data science: oportunidades e desafios em ambiente hospitalar.

Esta edição, que decorre no âmbito da UC de Tecnologias e Equipamento Hospitalar, é co-organizado por Teresa Magalhães e Florentino Serranheira, docentes da ENSP-NOVA e tem como oradores Ricardo Teresa Ribeiro – Vice-Presidente ESTeSL – IPL ,  Manuel Dias – National Technology Officer at Microsoft | AI Ambassador e  Hugo Marques – Country Head for Digital Health, Siemens Healthineers.

O seminário é gratuito mas de inscrição obrigatória.  O link será enviado com a confirmação da inscrição.

Webinar Soluções de desinfeção UV-C

NOTICIA Webinar Soluções de desinfeção UV-C

Dando cumprimento ao Plano de Atividades da ATEHP, e tendo em conta o contexto pandémico que atravessamos, a Direção da Associação – com o intuito de transmitir conhecimento – decidiu dar continuidade ao Ciclo de Webinars ATEHP dando a conhecer novas metodologias, inovação tecnológica e/ou novos produtos.

Neste contexto, teve lugar a 18 de fevereiro de 2021, pelas 17h30, a primeira ação de formação online, no formato Webinar, subordinada ao tema “Soluções de desinfeção UV-C”, em colaboração com a Associada Signify que e é líder na expansão do setor para sistemas de iluminação nos mercados profissional e de consumo, e nas inovações de vanguarda – desde o desenvolvimento da lâmpada com a maior eficiência energética do mundo, “receitas de luz” que aumentam a qualidade e produção de diferentes vegetais, até luzes que proporcionam uma conectividade rápida à internet através de Li-Fi ( Tecnologia transformadora fornece uma ligação de banda larga estável e rápida através de ondas de luz )

 

Programa:

Abertura e apresentação do Ciclo de Webinars ATEHP

Abraão Ribeiro, Presidente da Direção da ATEHP

Moderação

Francisco Brito, Vice-Presidente da Direção da ATEHP

Coordenação

Luís Duarte, membro do CR da Tecnohospital

Apresentação

Telmo Rocha, Key Account Manager, Office, Industry and Healthcare  Signify Portugal

  1. Apresentação corporativa Signify (former Philips Lighting).
  2. O que deve saber sobre UV-C: conceitos básicos explicados.
  3. Como pode a tecnologia UV-C contribuir para uma desinfeção eficaz?
  4. Soluções UV-C da Signify para o canal Profissional.
  5. Cálculos e medições: porquê, como calcular e o que medir?
  6. Os diferentes intervenientes num projeto UV-C: papéis e responsabilidades.
  7. Exemplos de aplicação.
  8. O que pode correr mal: uso e/ou dimensionamento
  9. inadequados, avarias e falhas.
  10. Mais informação Signify sobre UV-C: portal “Desinfeção com o poder da luz” e portal de formação/certificação.

Resumidamente, foram abordadas diferentes soluções de tecnologia UV-C para essencialmente dois tipos de desinfecção:

  • Desinfeção de superfícies ( Régua de desinfeção por UV-C Philips )
  • Desinfeção de objectos ( Câmara de desinfeção por UV-C Philips )

Dentro das soluções de desinfeção de superfícies UV-C, é de realçar a apresentação do sistema UV-C Upper Air que visa uma desinfeção segura, prevenindo a contaminação via aerossóis víricos, mesmo com a presença humana.

Além disso, também foram apresentadas as soluções de proteções de contenção adequadas para garantir que os produtos UV-C possam ser operados de acordo com as normas de segurança relevantes.

Após a apresentação seguiu-se um período de debate bastante participado, de cerca de 20 min.

O webinar contou com a presença de cerca de 80 participantes em simultâneo, tendo terminado pelas 19h20.

ATEHP no Seminário sobre SNS mais próximo e Resiliente

No passado dia 25 de Fevereiro pelas 17 horas, realizou-se o Seminário sobre SNS mais próximo e Resiliente cuja participação da ATEHP foi representada pelo Engenheiro João Durão de Carvalho, atual secretário da Direcção da ATEHP. Segue-se a baixo o seu testemunho.

Abordagem ao Webinar Manter e Proteger Ambientes Hospitalares

NOTICIA

Dando cumprimento ao Plano de Atividades da ATEHP, tendo em conta o contexto pandémico que atravessamos, a Direção da Associação – com o intuito de transmitir conhecimento – decidiu dar continuidade ao Ciclo de Webinars ATEHP dando a conhecer novas metodologias, inovação tecnológica e/ou novos produtos.

Neste enquadramento, teve lugar a 17 de março de 2021, pelas 17 horas, mais uma ação de formação online, no formato Webinar, subordinada ao tema “Manter e Proteger Ambientes Hospitalares”, em colaboração com a Associada ATM – Manutenção Total.

Programa:

17.00 h

Abertura e apresentação do Ciclo de Webinars ATEHP

Engº Abraão Ribeiro- Presidente da Direção da ATEHP

17.05 h

Apresentação da ATM

Engº Orlando Brizida – Diretor Comercial

Engº Luis Vieira – Business Development

17.15 h

Manter e proteger Ambientes Hospitalares

Engº Vaz Nunes – Diretor de Operações e Soluções de Engenharia

17.40 h

Ensaios no Contexto da Pandemia – Quartos de Isolamento e BO

Engº João David Gomes Vilela – Responsável pelo Laboratório de Ensaios

18.05 h

A Experiencia da ATM em Manutenção com a Pandemia

Engº João Marques – Responsável ATM do Cluster Descobertas

Engº Carlos Amorim – Responsável ATM de Saúde Norte

António Pina Ramos – Gestor de Contrato Hospital Garcia de Orta

Engº Vasco Santos- Dir. Adjunto Saúde e Serviços ATM

18.30 h

Sessão de Perguntas e Respostas

Moderador: Engº João Durão Carvalho – Direção ATEHP

Coordenador: Engº João Infante – ATEHP

 

A iniciativa contou com 129 inscrições e 103 participantes em simultâneo.

A Sessão foi iniciada pelo Presidente da Direção da ATEHP que deu as boas vindas a todos e agradeceu a presença de tão elevado número de participantes no Webinar, assim como agradeceu aos oradores, coordenador e moderador desta ação formativa, tendo seguidamente feito a apresentação da Associação e do seu ciclo de Webinars-ATEHP, com especial enfoque na inovação.

Efetuada a apresentação da empresa, o Engº Vaz Nunes descreveu a utilização hospitalar em contexto de pandemia, nomeadamente o internamento de doentes Covid em zonas de pressão equilibrada e as soluções adoptadas em tempo e com custos adequados. Apresentou as varias soluções e contextos com utilização de ozono, UVC, filtragem e peroxido de hidrogénio.

O Engº João Vilela efetuou uma descrição da evolução da pandemia e as diretrizes nacionais e internacionais emanadas dos organismos competentes. Centrou a sua intervenção nas formas e vias de transmissão do vírus e respetivo corte com destaque para as áreas de Bloco Operatório, Cuidados Intensivos e Quartos de Isolamento.

A ultima apresentação, sobre experiências da ATM em manutenção no contexto de pandemia, pelos Engenheiros João Marques, Carlos Amorim, António Ramos e Vasco Santos, com operacionalização do Plano de Contingência Covid aplicado á manutenção, a experiência no Hospital de Braga, no Hospital Garcia de Orta e no Hospital das Descobertas. Para além das medidas adotadas nas redes de gases medicinais para responder ao grande aumento de consumos, que no Garcia de Orta foi de cerca de 4.000 l/min para cerca de 10.000 l/min, foram ainda efetuadas obras diversas de adaptação dos espaços á nova situação de Covid, quer em internamentos, bloco operatório, urgência e cuidados intensivos. Foram também descritos procedimentos de transporte e descontaminação de equipamento para manutenção.

O moderador finalizou sessão promovendo um período de respostas às questões colocadas, estando ainda presente um elevado número de participantes.

De realçar as várias manifestações de agrado, expressas por alguns dos participantes, por mais esta iniciativa formativa da ATEHP. 

Inauguração do Novo Bloco Operatório Periférico do IPO de Coimbra

No passado dia 04 de fevereiro de 2021 pelas 17h foi inaugurado o novo Bloco Operatório Periférico do Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil (IPO de Coimbra) pela Ministra da Saúde Marta Temido. Também estiveram presentes Margarida Ornelas, Presidente do Conselho de Administração, Manuel Machado Presidente da Câmara Municipal de Coimbra e Rosa Reis Marques, Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Centro.

Legenda 1: Descerramento da placa comemorativa. (da esquerda para a direita) Manuel Machado, Marta Temido e Margarida Ornelas

O Bloco Operatório projetado, executado e equipado pelo consórcio entre a Iberconcept – Consultoria e Projetos, Lda. e a Medicinália Cormédica – MCMedical Lda., está enquadrado na linha de investimentos efetuado pelo IPO de Coimbra, que visam aumentar a excelência dos seus serviços. A construção modular e os equipamentos instalados, tornam esta unidade tecnologicamente avançada com o máximo de integração e inovação do mercado nacional.

Legenda 2 :Visita à sala operatória 1. Com módulo de videoconferência integrado
Legenda 3 : Visita à sala operatória 2. No canto superior esquerdo, candeeiro cirúrgico iLED 7 com regulação adaptativa de última geração

Durante a visita foi possível constatar pelos intervenientes o exímio planeamento, execução da obra e a qualidade dos dispositivos médicos, parabenizados pelos mesmos. Estas características irão permitir a continuação da atividade cirúrgica, durante o período de obras para demolir o atual edifício do Bloco Operatório, onde serão depois construídas 5 novas salas operatórias.

IPO de Coimbra – Obra do Bloco Operatório Periférico

O projeto de conceção/construção do Novo Bloco Operatório Periférico adjudicado ao Consórcio Iberconcept – MedicináliaCormédica, insere-se no plano geral de renovação das instalações do IPO de Coimbra. A obra iniciada a 3 de Agosto de 2020 está pronta para iniciar atividade.

O plano de renovação do IPO inclui a demolição do edifício atual do Bloco Operatório Central e construção nesse local de novo edifício.

O objetivo de manter a produção cirúrgica durante o período de obra, o IPO optou pela construção do BO, com duas salas operatórias e recobro que permitirá responder temporariamente ao fluxo de cirurgias da Instituição.

O CA do IPO de Coimbra decidiu equipar estas salas operatórias com a mais avançada tecnologia, planeando a sua reinstalação no futuro Bloco Operatório Central a construir.

Construído como estrutura modular, o Novo Bloco Operatório Periférico terá acesso pelo Edifício da Oncologia Médica e inclui duas salas cirúrgicas, quatro camas de recobro, sala de indução anestésica, zona de transferência de doentes, secretariado, vestiários, sala de equipamento e “zona de sujos”, numa área total aproximada de 400m2.

Figura 1 :Evolução da obra do Novo Bloco Operatório Periférico a 16 de Setembro de 2020 – conclusão da fase de construção civil (da esquerda para a direita: Eng Maurício Teixeira (Iberconcept), Eng Paulo Duarte (MC), Eng Ricardo Alves (Iberconcept), Técnico Daniel Lopes (MC), Eng António Coelho (MC), Eng Pedro Salgado (MC), Eng Tiago Gaspar (MC))

O equipamento médico inclui, sistema de gestão integrada de vídeo Truelink 4 da Videomed, iluminação cirúrgica iLED 7, pendentes modulares TruPort e mesas operatórias TruSystem 7500 da marca Trumpf. Esta solução, comunica com os sistemas de informação PACS e HIS.

Figura 2 – Desenho técnico do Novo Bloco Operatório Periférico
Figura 3 – Sala Operatória do Novo Bloco Operatório Periférico a 22 de Janeiro de 2021

Assim, o IPO de Coimbra construiu e apetrechou em apenas 6 meses, duas das mais modernas salas operatórias de Portugal.

Sem Engenharia não existirá desenvolvimento do setor da Saúde

A Engenharia portuguesa tem profissionais e cientistas ao nível dos melhores do Mundo”, contudo, a Engenharia Hospitalar tem sido “negligenciada” nos últimos anos. É da responsabilidade da classe política incentivar a investigação e apoiar o tecido empresarial a investir na área da investigação e produção de equipamentos biomédicos, uma vez que os avanços na Saúde têm de andar de mãos dadas com os avanços da Engenharia.

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CHTV recebe 900 mil euros para digitalizar serviços

O Centro Hospitalar Tondela-Viseu (CHTV) recebeu a aprovação de uma candidatura para modernizar e digitalizar os seus serviços, no valor de mais de 900 mil euros.

De acordo com o CHTV, a aprovação da nova candidatura do Sistema de Apoio à Modernização Administrativa (SAMA) – o projeto [email protected] Desmaterializar, Integrar e Robotizar – é determinante para o seu esforço de modernização do atendimento e transformação digital.
 
Segundo o documento, “trata-se de um financiamento, através de fundos comunitários, que comparticipa um investimento elegível de 993.134,14 euros”, sendo este “o quarto projeto do SAMA aprovado, desde 2018, perfazendo, assim, um total de três milhões de euros de investimento cofinanciado até ao final de 2022”.
 
O presidente do Conselho de Administração do CHTV, Nuno Duarte, afirmou que “os quatro projetos têm em comum medidas de simplificação e de desmaterialização e viabilizam a eliminação do papel em diversos circuitos administrativos e clínicos”.
 
“São expectáveis múltiplos ganhos de eficiência e a nível da comunicação, por exemplo, com a reorganização do agendamento de consultas e de Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT) e do atendimento nesses serviços de ambulatório”, referiu o responsável.
 
“Poderemos minimizar as deslocações dos utentes e acompanhantes no hospital e o seu tempo de permanência nas nossas instalações, em consequência, entre outros fatores, da criação de um Balcão Único de Atendimento, bem como da disponibilização de quiosques eletrónicos e de sistemas eletrónicos de chamada”, exemplificou.
 
Um dos projetos em fase de execução, ‘Utente 4.0- Transformação Digital dos processos de interação com o Utente’, “integra investimentos associados à comunicação dos profissionais com os utentes/doentes que se tornaram imperativos no contexto epidemiológico atual”, destacou Nuno Duarte.