Hospital Amato Lusitano acreditado pela DGS

O Hospital Amato Lusitano (HAL) da Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco obteve a certificação de nível “Bom” para todo o hospital, conforme o modelo de Certificação da Agência de Qualidade Sanitária da Andaluzia (ACSA).

Esta certificação, reconhecida pela International Society for Quality in Health Care (ISQua Accredited Organisation) e adotada pela Direção-Geral da Saúde (DGS), é “resultado de um compromisso contínuo na melhoria da prestação dos cuidados de saúde aos utentes”, disse a unidade.

Sendo a certificação um processo de melhoria da prestação dos cuidados de saúde aos utentes, o Conselho de Administração da ULS de Castelo Branco, após sete serviços acreditados pela DGS, comprometeu-se em junho de 2022 a uma candidatura voluntária, com o objetivo de obter a certificação global do hospital, pelo Modelo ACSA aprovado pelo Ministério da Saúde.

A certificação ACSA baseia-se em rigorosos critérios que avaliam a conformidade dos cuidados de saúde com os padrões de qualidade estabelecidos, tanto nacional quanto internacionalmente.

Este baseia-se num processo através do qual se verifica e reconhece de que forma os cuidados de saúde prestados aos cidadãos estão de acordo com os padrões de qualidade nacionais e internacionais, aplicáveis às diversas tipologias de unidades de saúde, e, com os eixos prioritários da Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde.

De acordo com a ULS de Castelo Branco, esta acreditação “representa um marco significativo no compromisso e responsabilidade dos profissionais em proporcionar cuidados de saúde num ambiente seguro para os nossos utentes, familiares e profissionais de saúde”, lê-se em comunicado.

Ressonâncias magnéticas a recém-nascidos sem anestesia

O Serviço de Radiologia da ULS São José – Hospital Dona Estefânia realizou, desde março de 2022, 80 exames de Ressonância Magnética sem necessidade de intervenção anestésica a crianças até aos seis meses de idade.

Até ao início do projeto, os exames – que requerem uma alta colaboração por parte do examinado, o que nesta faixa etária pediátrica representa um grande desafio – eram realizados com apoio de uma equipa de anestesia, o que representava custos acrescidos, dificuldade de acesso e riscos para a criança.

“Este projeto tem por base a técnica Feed & Wrap (F&W) em conjugação com colchões de imobilização específicos para pediatria, o que tem demonstrado sucesso muito elevado em crianças até aos seis meses de idade”, refere a ULS São José em comunicado.

A técnica F&W consiste na gestão de duas necessidades básicas dos recém-nascidos por forma a obter a sua colaboração para o exame de Ressonância Magnética: através de uma teleconsulta, os pais são instruídos a fazerem uma privação do sono e da alimentação da criança. Isso permitirá criar uma janela de tempo em que a criança, após ser alimentada e colocada numa posição de conforto dentro no colchão imobilizador, irá dormir tempo suficiente para a realização do exame.

De acordo com a ULS São José, com a realização de 80 exames de Ressonância Magnética, com sucesso e sem recurso a anestesia, foi possível eliminar a lista de espera na faixa etária até aos seis meses de idade.

A utilização dos colchões imobilizadores tem permitido, igualmente, a realização de Ressonâncias Magnéticas a crianças de faixas etárias mais velhas, quando associadas a sedativos ligeiros (como o hidrato cloral), o que tem permitido a redução de tempos de espera, especialmente a doentes internados.

Este projeto assistencial, que já foi transposto para um procedimento setorial (TRC.2004), foi já divulgado pela comunidade científica, tendo sido, inclusivamente, galardoado com um prémio.

Santa Maria utiliza robot inovador para preparar tratamentos oncológicos

O Hospital de Santa Maria é o primeiro da Península Ibérica a utilizar um robot inovador para preparação de tratamentos na área da Oncologia.

Doentes acompanhados na Unidade Local de Saúde (ULS) de Santa Maria começaram já este mês a ser tratados com fármacos preparados por este novo sistema automatizado instalado no Serviço de Gestão Técnico-Farmacêutica da ULS de Santa Maria, apenas o terceiro do género a entrar em funcionamento a nível mundial.

Segundo a ULS de Santa Maria, com esta inovação a unidade irá, pelo menos, duplicar a capacidade de produção nesta área.

No processo de preparação de um irinotecano – tratamento oncológico mais utilizado em doentes com cancros gastrointestinais – o robot, instalado numa das câmaras com ambiente altamente controlado, coloca o soro de diluição num saco, enquanto um dos seus dois motores vai buscar uma seringa a um carrossel, aspira o conteúdo correto do frasco e insere-o no saco de diluição. Todos estes movimentos são monitorizados por técnicos na sala, que garantem a total segurança do processo.

“A grande vantagem deste sistema automatizado, face à preparação manual, é preparar tratamentos para oito doentes em simultâneo. Isto porque permite-nos fazer preparações de forma paralela, enquanto manualmente tem de ser em sequência e cada uma pode chegar a 15 minutos”, destacou o diretor do serviço, João Paulo Cruz, citado em comunicado.

Até agora as equipas conseguiam realizar entre 80 a cem preparações de tratamentos por dia, maioritariamente para doentes em hospitais de dia, mas também para internados. Com este novo robot será possível mais do que duplicar esse número, conseguindo entre 20 a 60 preparações por hora.

Além de permitir diminuir desperdícios e gerar poupanças de custos, este processo tem também a grande vantagem de prevenir a exaustão dos profissionais que trabalham nesta área e reforçar as equipas de outros setores do serviço.

“Em termos de recursos humanos, uma equipa normal precisa de pelo menos três elementos por câmara. Até agora, tínhamos três câmaras em funcionamento, ou seja, pelo menos nove elementos alocados a estes processos. O robot permite, nesta fase e para melhor monitorização do processo, trabalhar com um técnico e um farmacêutico, e no futuro será mesmo possível a presença de apenas um técnico”, acrescentou João Paulo Cruz.

Hospital de Beja volta a ter especialidade de otorrinolaringologia

Cerca de dois anos depois, o Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, volta a ter a especialidade de otorrinolaringologia.

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Baixo Alentejo garante de segunda a sexta-feira o pleno funcionamento da especialidade nesta unidade hospitalar incluindo, para além das consultas, bloco operatório e apoio ao internamento.

De acordo com a ULS do Baixo Alentejo, a solução encontrada permite devolver à população o acesso a cuidados de uma especialidade com muita demanda e que era uma carência que há muito importava suprir.

ULS de Amadora/Sintra monitoriza insuficiência cardíaca à distância

Mais de uma dezena de doentes com Insuficiência Cardíaca Crónica receberam formação no Hospital Fernando Fonseca no âmbito do programa de telemonitorização domiciliária que a Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra tem neste momento a decorrer na sua área de atuação.

Neste momento, existem dois programas de telemonitorização distintos em curso na ULS: um em Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, sob responsabilidade do Serviço de Pneumologia, e um segundo em Insuficiência Cardíaca Crónica, sob orientação do Serviço de Cardiologia.

Segundo a ULS de Amadora/Sintra, a telemonitorização Domiciliária de Insuficiência Cardíaca tem atualmente 26 doentes ativos, cumprindo-se assim a atividade programada em 2024.

Já a Telemonitorização Domiciliária de Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica tem atualmente 11 doentes ativos em programa, estando o Serviço de Pneumologia a ultimar a entrada de novos doentes para cumprir a meta de ter 24 doentes em programa do decurso do presente ano.

“A Insuficiência Cardíaca é uma das “epidemias” cardiovasculares do nosso tempo. Dados recentes mostram que um em cada seis portugueses tem Insuficiência Cardíaca, sendo que 90 por cento não foi ainda diagnosticado. Estes números tornam a Insuficiência Cardíaca um problema de saúde pública, sendo a principal causa de internamento hospitalar em doentes com mais de 65 anos de idade, e um dos principais motivos de admissão no Serviço de Urgência”, refere a ULS em comunicado divulgado­.

A telemonitorização tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes, facilitar o trabalho dos profissionais de saúde e promover um sistema de saúde mais eficiente e acessível. A solução desta ULS utiliza avanços tecnológicos, como inteligência artificial, análise de dados e dispositivos conectados, para criar soluções personalizadas e eficazes.

“Aproveitando a tecnologia digital, pretende-se aumentar as capacidades dos profissionais de saúde, permitindo a monitorização dos sinais vitais do paciente a partir da casa do paciente. A telemonitorização visa fortalecer a comunidade médica e o vínculo com o paciente, garantindo atendimento contínuo e personalizado que evolui de acordo com as necessidades do paciente”, lê-se no mesmo comunicado.

A eficácia da telemonitorização está na redução de internamentos hospitalares devido a doenças crónicas – em média 55 por cento – e na redução de dias de hospitalização – em média 45 por cento –, demonstrando “as vantagens tangíveis desta abordagem de cuidados de saúde tecnologicamente melhorada, mitigando a carga dos serviços de saúde pública e ao mesmo tempo alargando e intensificando o alcance dos profissionais médicos e eficácia”, conclui a ULS.

Abertas candidaturas ao Prémio de Boas Práticas em Saúde

O prazo de candidaturas para a 17ª edição do Prémio de Boas Práticas em Saúde, promovido pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH), já abriu e decorre até 17 de maio.

Esta edição do Prémio centra-se na temática “Sistema de Saúde: Antecipar Ações Face aos Cenários Futuros”, com foco nos seguintes subtemas:

  • Políticas de retenção dos profissionais
  • Modelos de liderança adequados ao futuro
  • Crise climática e seu impacte na Saúde
  • Transformação digital para a otimização de cuidados
  • Integração de cuidados de saúde e otimização de recursos

O Prémio de Boas Práticas em Saúde tem como principal objetivo dar a conhecer as boas práticas em saúde a nível nacional, no âmbito da qualidade e inovação, com vista a replicar as mais-valias para o bom desempenho do Sistema de Saúde.

As candidaturas podem ser submetidas através de um formulário disponibilizado online, na área reservada do site www.boaspraticasemsaude.com.

Lançada linha de financiamento para serviços de Gastrenterologia do SNS

A Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS), nos termos do Despacho nº 3635/2024, de 4 de abril, e de acordo com o plano de investimento previsto, publicou o regulamento de candidatura a financiamento para a qualificação dos Serviços de Gastrenterologia do Serviço Nacional de Saúde

O objetivo passa por promover maior segurança, dos doentes e profissionais, qualidade e humanização na prestação de cuidados aos cidadãos.

“Após em 2023 se ter privilegiado um pacote de investimento em blocos de partos, de cerca de 30 milhões de euros, que abrangeu a rede dos serviços de obstetrícia/ginecologia das instituições do SNS, dos quais a maioria já está concluído, resultando numa melhoria da qualidade, segurança e humanização do SNS, este ano a aposta da DE-SNS será o investimento nos serviços de gastrenterologia”, lê-se em comunicado divulgado.

Segundo a DE-SNS, consideram-se elegíveis no âmbito do presente programa as despesas na aquisição de equipamentos para os serviços de gastrenterologia, nomeadamente equipamentos médicos considerados indispensáveis para a prestação de cuidados de saúde de qualidade, estudos e projetos de intervenção infraestrutural nos serviços de gastrenterologia e intervenções infraestruturais para cumprimento dos programas funcionais aprovados.

“Este investimento, considerado estratégico, deverá resultar numa melhoria das condições da prestação de cuidados de saúde, numa diferenciação tecnológica de equipamentos complexos, que permitirá diagnosticar e tratar mais doentes, cativar profissionais para o SNS e aumentar a satisfação de toda a comunidade do SNS”, refere o DE-SNS no comunicado.

De acordo com o diretor executivo do SNS, Fernando Araújo, “a aposta na requalificação dos serviços de gastrenterologia, é um investimento numa das áreas mais relevantes da medicina e assegura condições para melhorar não apenas o rastreio oncológico, quer do cancro colorretal, quer do cancro gástrico, como o seu diagnóstico e efetivo tratamento’’.

O trabalho em rede entre as equipas de instituições hospitalares e dos cuidados de saúde primários – agora integrados num único modelo de gestão/organização, através das unidades locais de saúde – assim como o planeamento estratégico atempado da resposta, são algumas das missões centrais da DE-SNS.

ULS de Braga inicia processo de renovação da Certificação ISO 9001

A Unidade Local de Saúde (ULS) de Braga iniciou o processo de renovação da Acreditação Global e Certificação ISSO 9001 do Hospital de Braga para 2024-2027, por parte do Caspe Healthcare Knowlodge System (CHKS).

A reacreditação da instituição de saúde avalia e reconhece os processos e padrões de qualidade, de acordo com as melhores práticas reconhecidas internacionalmente.

Durante todo o processo de reacreditação e certificação, que decorrem até final de novembro de 2024, serão avaliados mais de dois mil critérios, envolvendo mais de 65 serviços clínicos e não clínicos.

De acordo com o comunicado enviado à redação pela ULS de Braga, ao longo de todo o período, realizar-se-ão dois momentos de auditoria interna relacionadas com processos/circuitos, de forma a avaliar as práticas regulares do tratamento ao utente, que servirão de teste para o momento de auditoria de avaliação externa, prevista para final de novembro.

“A renovação da acreditação Global do Hospital de Braga cumpre o oitavo ciclo, e vem reforçar a posição de excelência do hospital na área da saúde, agora integrado na ULS de Braga”, referiu o coordenador do Gabinete de Qualidade do Serviço de Qualidade, Segurança e Epidemiologia da ULS de Braga, Marco Sameiro, citado no comunicado.

O enfermeiro diretor da ULS de Braga, Gonçalo Alves, realçou o impacto positivo que a reacreditação pode trazer à instituição, assegurando o sentimento de pertença de todos os profissionais, que serão envolvidos desde logo.

“O compromisso coletivo é possível pelo esforço de todos, que terão um papel fundamental no desenvolvimento deste processo, fomentado pelo rigor e espírito crítico de todos, com vista a boa construção dos pilares que edificam a nossa instituição”, disse Gonçalo Alves.

O primeiro processo de acreditação iniciou-se em 2001, tendo sido obtido em 2004, na altura no Hospital de S. Marcos, atribuída pelo King’s Fund, atualmente CHKS.

Governo regulamenta dispensa de medicamentos hospitalares em proximidade

O Governo concluiu a regulamentação do novo programa de dispensa de medicamentos hospitalares em proximidade, que poderá beneficiar cerca de 150 mil utentes que atualmente fazem deslocações frequentes aos hospitais para levantamento de medicação.

Duas portarias publicadas a 14 de março, em Diário da República, estabelecem as condições e os termos de financiamento deste novo regime, que representará uma maior articulação entre os serviços hospitalares das Unidades Locais de Saúde e as farmácias comunitárias.

Com a publicação destes dois diplomas – Portarias nº 104/2024/1 e n.º 106/2024/1, de 14 de março – são garantidas as condições para a operacionalização desta medida, de acordo com o previsto no Decreto-Lei n.º 138/2023, de 29 de dezembro, que procedeu à criação da dispensa em proximidade de medicamentos e produtos de saúde prescritos para ambulatório hospitalar, no âmbito dos estabelecimentos e serviços do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Assim, fica agora estabelecido que todos os utentes a quem é prescrita medicação de dispensa hospitalar são potencialmente elegíveis para este regime, mediante avaliação das equipas e consentimento dos próprios. Os utentes poderão escolher e alterar o local de dispensa e esta modalidade implicará que cada unidade hospitalar implemente medidas que garantam o eficaz acompanhamento farmacoterapêutico e a salvaguarda da segurança do doente.

Em termos de financiamento, os encargos da dispensa de medicamentos em proximidade são da responsabilidade das unidades que seguem os doentes, sendo estabelecido um mecanismo centralizado de financiamento, a cargo da Administração Central do Sistema de Saúde.

A dispensa da medicação nas farmácias terá a remuneração fixa de 11,96 euros por parte do Estado, não havendo lugar a qualquer pagamento por parte dos utentes.

“A organização deste programa de dispensa de medicamentos em proximidade resulta de um trabalho longo de preparação técnica e jurídica, que contou com a participação de várias entidades do SNS e de parceiros essenciais para o sucesso desta medida, com destaque para o Infarmed, SPMS, SUCH, ANF, ADIFA e hospitais”, lê-se em comunicado divulgado pelo SNS.

“Com base em experiências locais prévias, foi possível definir uma arquitetura assistencial que permitirá a uniformização desta resposta a nível nacional, promovendo-se o acesso aos medicamentos e diminuindo desigualdades e assimetrias regionais, com benefício para a adesão terapêutica”, refere o mesmo documento.

Para o SNS, além de maior comodidade para os utentes, muitas vezes portadores de condições crónicas já com elevado impacto na qualidade de vida e bem-estar, a existência de um mecanismo centralizado de armazenamento e de distribuição de medicamentos hospitalares é também suscetível de otimizar a despesa do SNS com estes tratamentos que são, frequentemente, muito dispendiosos.

Aberto serviço de internamento em Psiquiatria em Peniche

A Unidade de Internamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de Peniche entrou em funcionamento esta semana, após uma remodelação de uma ala de enfermaria, anunciou a Unidade Local de Saúde (ULS) do Oeste.

Esta nova unidade de internamento na região do Oeste tem uma lotação de 15 camas, permitindo melhorar a acessibilidade e proximidade aos cuidados de saúde mental, descentralizar os serviços e melhorar a integração com os cuidados de saúde primários, famílias e comunidade, evitando as transferências de utentes para internamento em Lisboa, a deslocação das famílias e a sobrelotação nos hospitais centrais.

A criação da valência de internamento no Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental da ULS do Oeste implicou a remodelação de uma ala de enfermaria da Unidade Hospitalar de Peniche.

“A ULS do Oeste ganha uma nova valência (Internamento em Psiquiatria e Saúde Mental) e a Unidade Hospitalar de Peniche ganha uma centralidade no conjunto desta entidade, disponibilizando internamento psiquiátrico, o qual, no presente, não é disponibilizado em nenhum dos outros polos hospitalares da mesma entidade”, referiu a ULS do Oeste em comunicado.

Em simultâneo, “este investimento de remodelação permitiu recuperar um espaço inoperacional e com alguns níveis de degradação, criar condições dignas de utilização dos espaços existentes e contribuiu para a requalificação do edifício desta unidade hospitalar”, acrescentou.

A empreitada e o equipamento respetivo traduziram-se num investimento de 733 843,29 euros (acresce IVA) suportado financeiramente pelo Programa de Recuperação e Resiliência, inserido no Plano Nacional de Saúde Mental.

A equipa é composta por médicos psiquiatras, enfermeiros, psicólogo, terapeuta ocupacional, técnico superior de psicomotricidade, assistentes operacionais e assistente técnico.