ECDC sugere medidas individuais e comunitárias de proteção contra mosquitos

Usar roupas que cubram todo o corpo durante o pico de atividade dos mosquitos ou aplicar larvicidas em massas de água são algumas das medidas que o Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC) sugere para reduzir riscos associados a vetores, no âmbito de um programa de atualizações semanais sobre vigilância.

Com a Europa a entrar na época do mosquito, o ECDC lança hoje uma série de atualizações semanais de vigilância para ajudar as autoridades de saúde pública a monitorizar doenças transmitidas por mosquitos de forma atempada. Os relatórios vão abranger chikungunya, dengue, Zika e vírus do Nilo Ocidental.

O objetivo destas atualizações é potenciar uma resposta mais rápida e também reforçar a coordenação entre países. Ao proporcionar dados epidemiológicos consistentes e praticamente em tempo real, as atualizações podem servir de base informativa para estratégias de controlo nacionais e regionais, especialmente agora que a Europa enfrenta épocas do mosquito mais intensas por causa das alterações climáticas.

Os vetores mais preocupantes atualmente na Europa são o Aedes albopictus, que pode transmitir dengue, chikungunya e Zika, Aedes aegypti, potencial vetor para a febre amarela, e Culex pipiens, que transmite vírus do Nilo Ocidental. O Aedes aegypti, por exemplo, já esteve eliminado da Europa, mas ressurgiu em Chipre. O ano passado, foram reportados 304 casos de dengue adquirida localmente na Europa, o que revela uma tendência de crescimento face aos 130 casos de 2023 e 71 de 2022. Já em 2025, França reportou seis surtos de vírus de chikungunya adquiridos localmente, com sintomas a despontar em maio e junho, uma altura muito precoce.

As medidas de segurança individuais indicadas pelo ECDC incluem a aplicação de repelente na pele exposta, usar manga comprida e calças especialmente ao entardecer e de madrugada, quando os mosquitos estão mais ativos, ou usar redes mosquiteiras sobre a cama. Quem regressar de zonas onde estas doenças circulam deve manter as precauções durante pelo menos mais três semanas para evitar introduzir vírus em zonas onde há vetores presentes. No que respeita ao ambiente e à comunidade, recomenda-se remover a água estagnada de canteiros, baldes e caleiras para limitar condições favoráveis à reprodução. Em massas de água maiores, podem ser usados larvicidas, e também adulticidas quando há surtos ativos, considerando sempre o impacte ambiental.

 

FOTO: NATIONAL INSTITUTE OF ALLERGY AND INFECTIOUS DISEASES/ UNSPLASH

Aliança para as Vacinas quer chegar a 500 milhões de crianças vacinadas até 2030

A União Europeia reuniu a 25 de junho com a Aliança para as Vacinas (GAVI) para assumir novos compromissos e objetivos de vacinação.

O encontro juntou doadores, responsáveis governamentais, organizações parceiras, fabricantes de vacinas e representantes da sociedade civil.

O objetivo é chegar a um orçamento de 10,2 mil milhões de euros para o período de 2026-2030, pelo que os doadores de 7,7 mil milhões. No caso da EU e dos estados-membros, o investimento será de 2 mil milhões.

Para além do financiamento, foram assumidos objetivos estratégicos para o período 2026-2030, nomeadamente expandir o programa de vacinas e investir em stocks de emergência para prevenir falhas em caso de surto, assegurar acesso a vacinas para os países mais pobres numa futura crise de saúde e apoiar a produção local de vacinas através de parcerias regionais.

A União Europeia firmou a primeira parceria com a GAVI em 2003 para reforçar os sistemas globais de saúde e a colaboração manteve-se desde então.

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Candidaturas ao Prémio Inovação em Saúde até 30 de junho

Encerram a 30 de junho as candidaturas ao Prémio Inovação em Saúde, uma iniciativa destinada a entidades e pessoas singulares que desenvolvam projetos dedicados à Sustentabilidade Social, Sustentabilidade Económica, Sustentabilidade Ambiental e Sustentabilidade na Transformação Digital. Este ano, a iniciativa versa sobre Inteligência Artificial e abre-se também a estudantes do ensino superior.

“Inovação em Saúde: Todos pela Sustentabilidade” é o tema da iniciativa que visa distinguir projetos inovadores na área da Saúde dedicados à Sustentabilidade Social, Sustentabilidade Económica, Sustentabilidade Ambiental e Sustentabilidade na Transformação Digital.

O Prémio tem como objetivo fomentar a inovação em saúde sustentável, promover a introdução de tecnologias e processos inovadores na investigação e prática clínicas, reforçar a aproximação à academia e divulgar boas práticas.

A novidade desta edição é o convite dirigido aos estudantes do ensino superior para participarem em qualquer uma das quatro categorias do prémio. Para isso, será criado um painel de avaliação exclusivo para estas candidaturas, com o objetivo de incentivar os jovens a desenvolverem soluções inovadoras e sustentáveis que contribuam de forma sustentável para o futuro da saúde.

A edição deste ano é dedicada à “Inteligência Artificial aplicada à Saúde”.

Em 2024, na primeira edição, foram distinguidos quatro vencedores e três menções honrosas.

O regulamento está disponível em https://premioinovacaosaude.pt/

 

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Projeto sobre endometriose distinguido com bolsa de investigação

Médicas da ULS de Braga receberam financiamento para investigar fisiopatologia da endometriose

O projeto de investigação “Decoding Endometriosis Metabolism: would Glycolytic pathway be the solution for an ancestral enigma?”, desenvolvido por Cristina Nogueira Silva, Médica de Ginecologia e Obstetrícia da ULS Braga, em colaboração com Catarina Sobral, Médica Interna de Ginecologia e Obstetrícia da mesma unidade, foi distinguido com a Bolsa de Investigação da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG).

Este projeto inovador e de natureza translacional pretende lançar nova luz sobre a endometriose, uma doença ginecológica crónica que afeta pelo menos 10% das mulheres em idade reprodutiva – embora os especialistas considerem que o número real será muito superior devido ao subdiagnóstico. Estima-se que 190 milhões de mulheres em todo o mundo vivam com esta condição, cujos sintomas têm um impacto profundo na saúde física e mental, bem como na vida social, profissional e na fertilidade.

“Apesar da sua prevalência e impacto, a fisiopatologia da endometriose continua a não estar totalmente esclarecida, o que tem dificultado o desenvolvimento de tratamentos verdadeiramente direcionados”, explica Cristina Nogueira Silva, citada em comunicado da unidade de saúde.

A investigação agora premiada procura justamente preencher essa lacuna, explorando as alterações no metabolismo da glicose associadas à endometriose – alterações essas que, de forma intrigante, se assemelham ao chamado “efeito Warburg” descrito em certos tipos de cancro.

O estudo, que envolve também investigadores do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho, e conta com a colaboração de profissionais do Hospital da Luz Lisboa e Hospital da Luz Arrábida, propõe-se a identificar as principais vias metabólicas alteradas no tecido endometriótico; comparar amostras de tecido endometriótico e endométrio saudável, colhidas em contexto clínico, de modo a identificar diferenças específicas, estudar a expressão de proteínas envolvidas no metabolismo da glicose e correlacionar esses dados com os perfis clínicos das doentes e avaliar o potencial terapêutico de medicamentos que atuem sobre estas vias metabólicas, à semelhança do que já acontece em algumas abordagens oncológicas.

Com esta investigação, Cristina Nogueira da Silva espera que seja possível “encontrar novos biomarcadores para diagnóstico precoce” e também “abrir caminho a tratamentos mais eficazes e personalizados”.

Lançada consulta pública sobre avaliação de dispositivos médicos

A Comissão Europeia lançou uma consulta pública, disponível até 25 de junho, sobre avaliações clínicas conjuntas de dispositivos médicos e dispositivos para diagnóstico in vitro

A consulta pública está focada no último ato para adoção ao abrigo do Regulamento relativo à avaliação das tecnologias de saúde, que irá completar o quadro legislativo necessário á sua aplicação. Entretanto, foi também aberto, até 30 de junho, o segundo período de submissão para consultas científicas conjuntas ao abrigo do mesmo regulamento.

Estas consultas irão permitir aos fabricantes de tecnologia médica a consulta do planeamento dos seus estudos e investigações sobre uma tecnologia de saúde, tendo em conta a informação e evidência necessária para uma avaliação clínica conjunta subsequente.

Já foram também publicadas as orientações para as consultas científicas conjuntas de dispositivos médicos e dispositivos médicos para diagnóstico in vitro, disponíveis aqui.

 

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Aveiro vai ter novo laboratório de Engenharia Biomédica

Chama-se BIOMEDIC Lab e é um novo laboratório de ensino, experimentação e criatividade dedicado ao ensino e à prática inovadora da Engenharia Biomédica na Universidade de Aveiro (UA)

Localizado no Departamento de Física (DFis), o laboratório vai contribuir para o reforço da formação em engenharia biomédica na UA, tendo sido patrocinado pela Sword Health, empresa de terapias digitais na área da saúde. Com este novo espaço, pretende-se também dar um passo na consolidação da UA como referência internacional na área da Engenharia Biomédica, sendo que já está no top 100 mundial em produtividade e qualidade de investigação (ShanghaiRanking’s Global Ranking of Academic Subjects (Shanghai GRAS) na sua edição de 2024, que envolveu 1900 universidades de 96 países). A nível nacional, lidera nesta área disciplinar.

Conforme explica a UA em comunicado, o BIOMEDIC Lab surge como uma plataforma transversal aos três ciclos de formação em Engenharia Biomédica — licenciatura, mestrado e doutoramento — promovendo uma ligação dinâmica entre ensino, investigação e aplicação tecnológica. O espaço promete um ensino inovador capaz de responder aos atuais desafios pedagógicos, bem como o desenvolvimento de projetos e protótipos que respondam a desafios reais dos cuidados de saúde, colocando o conhecimento científico ao serviço da sociedade.

Segundo João Miguel Dias, diretor do Departamento de Física, citado no comunicado, “este laboratório será um catalisador para o desenvolvimento de competências, inovação e colaboração multidisciplinar, reforçando o nosso compromisso com um ensino de excelência e com a missão de transformar conhecimento em bem-estar”.

Associação apela a solução para resíduos cortoperfurantes

A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) aproveitou o Dia Mundial do Ambiente, que se assinalou a 5 de junho, para reforçar a necessidade de colocar em prática o regime de responsabilidade alargada do produtor de resíduos com agulhas e descartáveis não recicláveis e pede respostas à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), à Direção Geral da Saúde (DGS) e à Apifarma.

Em Portugal, calcula-se que existam mais de um milhão de pessoas com diabetes, que diariamente utilizam produtos perfurantes. Em causa estão agulhas, lancetas, tiras reativas, cateteres e sensores, usados para monitorizar e tratar a diabetes mellitus que diariamente acabam no lixo doméstico devido à falta de uma rede de recolha e gestão deste tipo de resíduos.

“Diariamente, uma franja considerável da população recorre a dispositivos que, se não forem corretamente descartados, representam um enorme risco para a saúde pública. Mais uma vez, são aprovados decretos, mas a sua concretização fica adiada. É urgente colocar em prática um sistema que garanta a recolha e destruição destes resíduos não recicláveis”, alerta José Manuel Boavida, presidente da APDP, citado em comunicado da associação.

“Os sensores da diabetes mudam-se a cada 15 dias, os cateteres das bombas de insulina a cada três, já para não falar na quantidade de agulhas e lancetas que uma pessoa com diabetes usa – isto é uma quantidade de lixo enorme. No entanto, estamos no final do primeiro semestre do ano e nada foi feito!”, remata José Manuel Boavida, lamentando a inação da APA, da DGS e da Apifarma: “Como isto não é para reciclar, é para incinerar, há um custo, e a solução que propomos é que a indústria farmacêutica seja a responsável por este pagamento e que a Apifarma seja a interlocutora, através do grupo de trabalho já existente.”

A iniciativa “Seringas só no agulhão” foi criada em 2019 pela Associação Farmácias de Portugal (AFP) tem consistido em oferecer contentores de 30 litros, os “agulhões”, às farmácias associadas. Isto é possível mediante a celebração de um protocolo que prevê o pagamento direto à Ambimed, empresa especializada neste tipo de resíduos, dos custos de recolha e tratamento dos materiais cortantes e perfurantes com resíduos biológicos.

“No entanto, este é um projeto que chega a apenas 204 farmácias aderentes, num universo de mais de três mil farmácias e sem garantia da sua continuidade. Neste momento, e apesar dos esforços de farmácias como a da APDP, a resposta continua a ficar muito aquém do necessário. Um contentor de 30 litros por mês, no nosso caso, é claramente insuficiente”, lamenta Filipa Cabral, diretora técnica da farmácia da APDP.

“Neste momento, o mais próximo de uma solução que conseguimos dar às pessoas é meterem as agulhas, seringas e lancetas em garrafas de plástico antes de as colocarem no lixo geral, porque não têm alternativa. Mas isto está longe de poder ser uma solução, pois não é ecológica nem garante a segurança das pessoas”, acrescenta.

A APDP saúda ainda o apoio da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, que tem acompanhado a situação e manifestado disponibilidade para colaborar na implementação de um sistema de recolha de resíduos de autocuidados. “Sabemos que a ZERO tem trabalhado para que a legislação seja publicada e esta situação seja resolvida. E esperamos que esta colaboração possa acelerar a criação de uma solução eficaz e abrangente”, remata Filipa Cabral.

O Decreto-Lei n.º 24/2024, de 26 de Março, prevê a criação de um novo regime de responsabilidade alargada ao produtor (RAP) para os resíduos de autocuidados de saúde, como agulhas e lancetas e equipamentos de autodiagnóstico, monitorização ou de administração de medicamento. Esta legislação estabelece que, até 31 de dezembro de 2030, a recolha deverá abranger, pelo menos, 75% dos resíduos de autocuidados de saúde colocados anualmente no mercado.

 

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Como a Inteligência Artificial pode ajudar no controlo do cancro do pulmão

No âmbito do projeto SPIRABENE, o Instituto Fraunhofer para a Medicina Digital desenvolveu um software baseado em deep learning que possibilita a deteção, nos exames de TAC, de alterações nos tumores do pulmão relacionadas com a doença e o tratamento, com maior velocidade e rigor.

A comparação entre exames de TAC pode ser uma tarefa complexa e demorada. Por isso, estabelecer correspondências anatómicas automáticas é importante.

De forma a otimizar diagnósticos e facilitar a prática clínica, o projeto, desenvolvido com a colaboração do Centro Médico Universitário de Mainz e financiado pelo governo alemão, está centrado na Inteligência Artificial: “Desenvolvemos um programa de software baseado em deep-learning que torna possível localizar e medir lesões no pulmão com maior precisão num espaço de tempo muito curto, além de potenciar a deteção de potenciais novas lesões”, segundo explicou o investigador Jan Moltz, do Instituto Fraunhofer, em comunicado daquela instituição.

Com o recurso à Inteligência Artificial, é possível detetar 11 % mais tumores em comparação com o método tradicional, de acordo com o comunicado.

A tecnologia de processamento de imagem foi concebida para ser integrada e usada diretamente na infraestrutura clínica. O software já foi avaliado e testado em contexto clínico e poderá, segundo os investigadores, ser usado brevemente e contexto real.

Há um novo portal para profissionais de saúde

Chama-se SCUBO é a porta de entrada para o ecossistema dos produtos e aplicações da SPMS. Está disponível desde 27 de maio

O objetivo no novo serviço é garantir um acesso rápido e eficiente à informação necessária para a sua atividade e tomada de decisão, conforme detalha a SPMS no seu website.

O portal agrega informação e centraliza o acesso, rápido e simples, aos produtos e aplicações desenvolvidas pela SPMS e que os profissionais necessitam no dia a dia.

Com o SCUBO, disponibiliza-se num único local a visibilidade sobre várias aplicações, com acesso rápido a produtos favoritos, release notes, guias e manuais, destaques e, ainda, uma área para gestão pessoal.

Com esta primeira versão, a SPMS procura reforçar o caminho para uma experiência individualizada e centrada no profissional da saúde, que pode ser adaptada a cada contexto da sua atividade.

O portal SCUBO continuará a evoluir com base nas sugestões dos utilizadores, no sentido da melhoria da experiência do profissional e da possibilidade de personalização.

OMS recomenda vacina contra vírus sincicial

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou, a 30 de maio, a sua primeira tomada de posição sobre imunização contra o vírus sincicial respiratório, e recomenda uma vacina para grávidas e um anticorpo monoclonal

Publicada na Weekly Epidemiological Record (WER), esta tomada de posição é uma recomendação de dois produtos: uma vacina materna que pode ser administrada às grávidas durante o terceiro trimestre para proteger a criança e um anticorpo monoclonal de atuação prolongada que pode ser administrado às crianças logo a partir do nascimento, imediatamente antes ou durante a época do vírus.

A vacina pode ser administrada a partir da 28ª semana de gravidez, para otimizar a adequada transferência de anticorpos para o feto. Pode ser dada numa consulta de rotina pré-natal.

O anticorpo para crianças, nirsevimab, pode ser administrado como uma única injeção de anticorpos monoclonais que começa a proteger os bebés uma semana após a administração e tem uma duração de pelo menos cinco meses, suficiente para cobrir a época do vírus sincicial nos países onde existe sazonalidade.

A OMS recomenda que as crianças recebam uma dose única logo após o nascimento ou após a alta. Se não for administrado aquando do nascimento, o anticorpo pode ser dado durante o primeiro controlo de saúde da criança. Se um país decide administrar o produto só durante a época do vírus, e não ao longo do ano, pode ser dada uma dose única a crianças mais velhas antes da entrada na sua primeira época do vírus.

O maior impacto contra formas graves da doença será alcançado com a administração antes dos seis meses de idade, mas há um benefício potencial para crianças até um ano.

“O vírus sincicial respiratório é um vírus extremamente infecioso que infeta pessoas de todas as idades, mas é especialmente perigoso para crianças, em particular para as que nascem prematuramente, quando estão mais vulneráveis à doença severa”, frisou, citada em comunicado da OMS, Kate O’Brien, diretora de Imunização, Vacinas e Biológicas da OMS. “Os produtos recomendados podem transformar a luta contra a doença severa, reduzindo dramaticamente as hospitalizações, mortes, e em última análise salvando muitas vidas infantis a nível global”, alertou a especialista.

 

Foto: KFUHLERT/ PIXABAY