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O relatório propõe uma transição de um sistema centrado no hospital e na doença para um sistema centrado nas pessoas e baseado na saúde.
O relatório aponta tendências positivas para o futuro da saúde, como a maior consciência dos riscos em saúde, a melhor educação ou a ciência e tecnologias biomédicas, mas também refere as tendências negativas, como o envelhecimento da população e a baixa taxa de natalidade, os modelos de cuidados de saúde desatualizados ou os custos mais elevados dos cuidados de saúde.
Entre as recomendações contidas no relatório, contam-se a criação de um Conselho Nacional de Saúde, um órgão representativo dos cidadãos e politicamente independente, a criação do SNS-Evidência, um organismo que conjugará o programa existente de normas de orientação clínica com novos processos para avaliação das novas tecnologias e terapias. Deverá, também, ser criado um fundo de redundância que possa ajudar a suportar os custos de "redundância" e outros custos provisórios do desenvolvimento de um sistema de saúde em que haja melhor gestão de doenças crónicas e mais serviços domiciliários.
Créditos imagem: Suat Eman/freedigitalphotos
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