«São doentes que precisam frequentemente de oxigénio, têm problemas respiratórios, entre outros, têm muitos internamentos e vão muitas vezes às urgências», disse António Pina.
O projeto vai permitir os doentes (15 por cada um dos cinco hospitais integrados) sejam monitorizados a partir de casa, através de equipamentos médicos que fornecem vários dados relevantes que são encaminhados para as equipas de pneumologia dos hospitais participantes.
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