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A dívida da saúde na Região Autónoma da Madeira ascende a 630 milhões de euros e engloba o SESARAM, que inclui hospitais e centros de saúde, e o IA-SAUDE, Instituto de Saúde e Assuntos Sociais, IP.
Por ordem do judicial as contas bancárias do SESARAM estão bloqueadas desde sexta feira passada, consequência de um pedido de penhora apresentado pela Securitas, devido à falta de pagamento de faturas em montante superior a dois milhões de euros (o montante total da dívida da Saúde na Madeira é superior a 630 milhões de euros).
O Grupo Parlamentar do CDS/PP na Assembleia Legislativa da Madeira dá entrada no parlamento de um pedido uma audição parlamentar com carácter de urgência na Comissão Especializada Permanente de Saúde e Assuntos Sociais.
Miguel Ferreira, presidente do SESARAM, confirmou hoje ao DN que a situação mantém-se esperando que possa haver uma solução rápida que altere a decisão do juiz.
"Estamos calmos. Assim, não gastamos dinheiro. Aliás, já aconteceu (contas bloqueadas) com outros fornecedores. Não vou colocar em causa a ordem judicial mas como se trata do setor da saúde o juiz poderia ter dado um prazo para, juntamente com a empresa, encontrarmos uma forma de pagamento faseada. É isso que estamos a negociar", reiterou.
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