De acordo com o texto do documento, "a utilização da ferramenta da telemedicina permite a observação, diagnóstico, tratamento e monitorização do utente o mais próximo possível da sua área de residência, trabalho ou mesmo em sua casa”. No despacho, são também referidas experiências regionais levadas a cabo em Portugal que terão promovido a proximidade entre prestadores de cuidados e utentes.
O Secretário de Estado destaca a "rapidez de resposta" que os sistema proporciona e o papel da telemonitorização no acompanhamento de algumas doenças crónicas no domicílio por via da implementação de um serviço, interligado com o SNS, capaz de garantir a monitorização remota.
Reconhecendo "a falta de uma estratégia coerente de massificação do uso destas tecnologias no SNS", o Ministério estabelece como áreas prioritárias a dermatologia, fisiatria, neurologia, cardiologia, cardiologia pediátrica e pneumologia. Com este método, pretende-se que, consoante a especialidade e os casos, os médicos façam consultas em tempo real ou diferido. No caso da dermatologia, os clínicos deverão poder fazer rastreios usando tecnologias que permitam a apreciação de imagens digitais com qualidade suficiente. O documento, citado pelo PÚBLICO, refere também que os centros de saúde se devem articular com os hospitais e que quando forem equacionadas contratações, as Administrações Regionais de Saúde avaliem sempre se a solução pode passar pela telemedicina.
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